segunda-feira, 13 de junho de 2011



Estou perto do caderno de matemática, a fazer contas ao coração, a fazer contas aquilo que és e serás, aquilo que sinto e que vejo, aquilo que é dor intensa e dor passageira, aquilo que é fácil e que é difícil, aquilo que vai e não volta aquilo que fica e não sai, aquilo que custa ao inicio e menos no fim.
Não preciso de tanta conta, mas a minha cabeça não pára, é essa a razão de tanta dor de cabeça consecutiva, tanta conta e tantos apontamentos inesperados, tantos dedos cortados, tantos sorrisos improvisados.
Aquilo que serei está dependente daquilo que sinto, aquilo que faço e aquilo que procuro, num momento em que tudo desmorona eu corro, para ti, como se não houvesse amanhã, pois ninguém me percebe a não seres tu e esse teu coração doce.

« A matemática da vida está no teu coração. »

1 comentário:

Cláudia Matos disse...

Gostei imenso deste Cheila!