domingo, 28 de novembro de 2010



O tempo é tipo um termómetro que mede o grau e duração de algo com importância, nada modifica, o que por vezes é pena, por vezes queremos que ele pare só para vivermos aqueles momentos, mas ele ainda passa mais depressa, o tempo foge de nós tal como nós tentamos fugir do sofrimento.
A vida é um jogo tipo o poker, onde por vezes perdemos tudo mas por vezes ganhamos apenas uma coisa que faz a diferença, que nos faz os mais felizes, ou seja a vida é um jogo onde ganhamos e perdemos, erramos e reconhecemos os erros.
A intensidade que nos vicia a jogar é a força de acreditar que vamos voltar a ganhar aquilo que perdemos, por vezes perdemos por coisas otárias, perdemos coisas que sem elas já nada faz o mínimo sentido, voltamos a entrar no “jogo” e voltamos a perder, de tanta cabeçada darmos entendemos que não precisamos de jogar com tanta brutalidade, mas sim falar e resolver o que está errado assim talvez tudo volte a fazer o mínimo sentido.
Se a vida e o tempo são uma inconstante, tu és a minha proporcionalidade, já que não posso voltar atrás com o tempo resta-me tentar ser melhor do que o que fui, ser aquilo que nunca fui.
Não me vou precipitar, não te vou apressar, tu na minha vida és o que quiseres. Até pode nem ser nada e eu estar pra aqui a sonhar, diz-me tu se estou a sonhar de mais.

1 comentário:

Steve Finnell disse...

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